A narração deste Domingo apresenta-nos duas partes  diferenciadas, porém, relacionadas entre si: A pesca milagrosa (versículos 1 a 14).
E o diálogo entre Jesus e Pedro (versículos 15 a 19). Ficaremos pela  primeira. Na primeira parte podemos intuir, já nos primeiros actos, a situação de não acção e desesperança de Pedro e dos demais discípulos. Eles tinham apostado as suas vidas no Senhor e agora Ele está morto e tudo terminou… as dúvidas e incertezas permanecem até o ponto de fazer com que a angustia que Pedro sente o faça voltar atrás. Ele
volta a pescar, já que era esta a sua tarefa antes que o Senhor o chamou e os demais vão com ele. Pedro arrasta-os para traz, para uma vida sem Cristo, o Senhor… vão pescar e não conseguem pegar nada. Ficam toda a noite e a pesca não tem êxito. Na madrugada, estando Jesus na margem, manda-os lançar as redes do outro lado da barca. Assim fizeram e a resposta é maravilhosa: tal é a quantidade de peixes que não podiam tirar a rede do mar. O discípulo amado reconhece que era Jesus. Pedro sai rapidamente ao encontro do Senhor e não diz nada.
Jesus os está esperando a margem do rio com um “café da manhã”… os dá o pão e o peixe, dando-lhes de comer.
Nenhum deles  se atrevia a perguntar nada.
(cf. Pe. Amaro Gonçalo)

publicado por catequesebarra às 10:44