Os bispos portugueses querem maior rigor no acolhimento de padres desconhecidos. O pedido surge na sequência do caso do falso padre que andou mais de dois anos a celebrar missas, casamentos, baptizados e funerais nas dioceses de Braga, Porto e Algarve.

A ideia é conferir se a pessoa em causa é de facto um sacerdote ordenado pela Igreja Católica.

Os padres católicos possuem um cartão de identificação emitido pela diocese onde trabalham, e que deve ser renovado anualmente.

No entanto, na prática os padres não apresentam essa identificação a ninguém.

De acordo com o porta-voz da Conferêcia Episcopal portuguesa, vai ser analisada a possibilidade de o cartão ser uniformizado a nível nacional, de maneira a não gerar equívocos. 


                                                                                                                                     SIC

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publicado por catequesebarra às 12:50