Que nome lhe daria?
Não se pode discutir a questão do aborto simplesmente como uma questão biológica e científica. Independentemente das convicções e dos valores que configuram a sua vida, nenhuma mulher chega ao aborto, sem um protesto da sua consciência, pois a recusa de tal acto está inscrita no íntimo de cada um, no inconsciente.
Após a fecundação, o que a mulher leva no seu seio não é simplesmente um conjunto de células, é um ser humano a crescer velozmente e são impossíveis “absolvições” ou “justificações psicológicas” para a interrupção deliberada da gravidez.
Mesmo nas situações mais dramáticas e quando no horizonte se coloca como possibilidade o recurso ao aborto é preciso parar e perguntar-se:
“Que nome daria à criança se viesse a nascer?” 
N.M. 

publicado por catequesebarra às 11:16